quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Girlie Rock - KT Tunstall


Sempre gostei muito de música, mas nunca soube explicar o que me faz gostar de uma específica. No filme Laurel Canyon, a personagem de Frances McDormand fala que qualquer pessoa com bons instintos sabe o que a atrai e o que a repele, e é assim com a música: qualquer pessoa pode julgar se a música é boa ou não pra si mesmo.

Comigo é assim. Não vou dizer que tenho sertanejo, pagodão e tecnobrega no meu iPod, eca, mas admito que já fui atraída por Marjorie Estiano, Taylor Swift e coisinhas babacas do tipo. A maioria, sim, é o bom e velho rock, principalmente o velho mesmo: ADORO rock clássico, Led Zeppelin, Deep Purple, e flashback de todos os tipos, de A-Ha a Men At Work, passando por Grease e Madonna nos seus tempos de sutiã-de-casquinha-de-sorvete.

Mas se tem uma coisa que eu ando simplesmente viciada é esse gênero entitulado por mim de girlie rock: um rock delicioso de se ouvir a qualquer momento, sempre com mulherers no vocal, algumas vezes mais melancólico, outras tão gostosinho de ouvir que parece uma música infantil. Nos últimos tempos tem aparecido várias cantoras desse tipo, cada uma com sua característica própria que faz a gente identificar logo no começo da música quem está cantando.

Porisso, resolvi fazer esse post imenso essa série de posts, senão vocês dormem no meio, com as minhas  preferidas... Não vou falar por ordem de preferência, tá? Só essa primeira que, pra mim, é hors concours...: 

KT Tunstall 

Depois de ser apresentada às outras músicas da KT pela querida fumiga amiga Fabi, viciei e fui procurar todas as músicas que conseguisse achar pela internet. Escocesa, ela já tocou em algumas bandas indie, e depois que começou solo já ganhou um BRIT Award e foi indicada pro Grammy. É dela a musiquinha do começo de O Diabo Veste Prada, Suddenly I See (que, btw, gruda que nem chiclete na cabeça). O som dela varia, em algumas músicas puxa mais pro folk, outras são mais pop. Ela já lançou 4 CDs: Acoustic Extravaganza, Drastic Fantastic, Eye To The Telescope, e o último, Tiger Suit. Todos são daqueles CDs que você consegue ouvir fácil do começo ao fim sem pular nenhuma música. É apaixonante. E, sim, eu ainda tenho vontade de dar com a cabeça na parede quando lembro que não fui no show que ela fez em SP em 2008! Ódio.

As minhas preferidas: Ashes, Little Favours, Hold On, Black Horse & The Cherry Tree. Difícil falar um CD preferido, mas tô adorando o último, Tiger Suit. É um pouquinho diferente do som dos outros CDs, (na Wikipedia fala que ela descobriu "um novo tipo de som" quando estava gravando o álbum, que ela chamou de nature techno (?), e mistura instrumentação orgânica com texturas eletrônicas e dance. Bom, whatever, ficou muito bom). As baladas são simplesmente lindas e as rapidinhas, contagiantes. 

As minhas mais mais de Tiger Suit: Different, The Entertainer, Fade Like a Shadow e The Uummannaq Song.


Fontes: Wikipedia

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Confie em Mim, de Harlan Coben

Preocupados com o comportamento cada vez mais distante de seu filho Adam - principalmente depois do suicídio de seu melhor amigo, Spencer Hill -, o Dr. Mike Baye e sua esposa, Tia, decidem instalar um programa de monitoração no computador do garoto. Os primeiros relatórios não revelam nada importante. Porém, quando eles já começavam a se sentir mais tranqüilos, uma estranha mensagem muda completamente o rumo dos acontecimentos: "Fica de bico calado que a gente se safa." 
(mais da sinopse aqui)

Editora: Sextante
ISBN: 9788599296462
Número de páginas: 320


Já tinha lido dois livros do Harlan Cobe, Desaparecido Para Sempre e Não Conte a Ninguém, e gostado muito. Nos EUA ele já tem mais de 10 livros publicados, mas por aqui a coisa tá mais defasada...
Confie em Mim conta a história de uma família a partir do momento em que os pais, Mike e Tia, resolvem instalar um programa de monitoração no computador do filho mais velho, Adam, que desde o suicídio do melhor amigo, Spencer, tem ficado muito estranho. Ao mesmo tempo que essa história central se desenrola, outras coisas estão acontecendo com as outras famílias da vizinhança: uma menina é humilhada pelo seu professor em plena sala de aula, uma mãe precisa resolver se revela à família um segredo terrível em prol da recuperação do filho, que sofre de uma doença renal... E duas mulheres são sequestradas e assassinadas.
Todas as histórias acabam se conectando durante o livro, e é isso que faz da narrativa tão boa: quando o autor está quase dando uma informação super importante, ele pára e muda o foco pra outro personagem. O típico livro que você começa a ler e não consegue mais parar até acabar (eu li em uns 3 dias).

Enfim, recomendo! Esse e os outros dois que falei lá em cima. Já tô com outro do Harlan Coben em casa, Silêncio na Floresta (inclusive acabei de ver na internet que o promotor de justiça de Confie em Mim, o Cope, é o personagem principal desse!). Quando acabar, falo pra vocês o que achei!
 

Uma noite bem dormida


Odeio acordar cedo. Sempre fico apertando o botão de soneca do celular até o último minuto (e na maioria das vezes, passando do último minuto e chegando atrasada). Pior ainda quando acabei de trocar meus pesos na academia e acordo com aquela dorrrrrr que parece que tomei uma surra de taco de beisebol. A coisa piorou um pouco desde que comecei a trabalhar em outra cidade e tenho que acordar 5 da manhã pra chegar lá às 7. Trevas total. Tem vezes que, de tanto sono, preciso estacionar num posto e cochilar uns 10 minutos pra não dormir no volante.

Com essa coisa de ter que acordar com as galinhas, tenho dormido umas 5 horas por noite, pouco pra que era acostumada a dormir pelo menos 8. Mas ficava pensando por que, em alguns dias, dormia a mesma quantidade de horas (às vezes até menos) e acordava bem, sussa, sem um pingo de sono, e outras conseguia até dormir mais cedo, mas acordava destruída.

E, anteontem, acho que descobri. Dormi super pouco, mas minha noite foi tão, mas tão gostosa (podem parar de pensar pornografias) que acho que podia ter dormido meia hora que ia acordar feliz e quase sem sono. Não teve nada de especial, mas só de não ter que lidar com mau humor alheio, ficar com aquela preocupação constante em cima da cabeça que nem uma nuvenzinha de desenho da Mônica e dar umas risadas de coisas normalmente tão banais me deixou tão leve que dormi horrores.

Acho que toda essa coisa de stress que sempre ouvi falar só chegou a fazer parte da minha vida no último ano. Sabe aquela coisa de ter taquicardia por saber que tem alguma coisa muito importante chegando e você não consegue parar de pensar, nem um minuto?! Isso foi meu ano de 2010. Tensão constante. Pensando  (e se preocupando) como seria daqui 6 meses, 1 ano, 10, 15.

Mas agora simplesmente passou. Passou. Tudo se resolveu, finalmente. Lógico que sempre tem uma ou outra coisinha que preocupa, mas nada que se compare. E é tão bom ver ele feliz, despreocupado, sem neuras, que nem sinto mais o tempo passar, durmo tranquila a noite toda, acordo mais disposta e, de repente, já é sexta e eu posso dormir até meio-dia feliz, do lado do meu xuxu. =)

É tão bom ver quem a gente ama feliz. Né?

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Pequena Abelha, de Chris Cleave

Não queremos lhe contar O QUE ACONTECE nesse livro. É realmente uma HISTÓRIA ESPECIAL, e não queremos estragá-la. AINDA ASSIM, você precisa saber algo para se interessar, por isso vamos dizer apenas o seguinte:
Essa é a história de duas mulheres cujas vidas se chocam num dia fatídico. Então, uma delas precisa tomar uma decisão terrível, daquelas que, esperamos, você nunca tenha de enfrentar. Dois anos mais tarde, elas se reencontram. E tudo começa...
Depois de ler esse livro, você vai querer comentá-lo com seus amigos. Quando o fizer, por favor, não lhes diga o que acontece. O encanto está sobretudo na maneira como essa narrativa se desenrola.
ISBN: 9788598078939
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 272



Quando vi essa descrição, achei que nossa, o livro devia ter altas reviravoltas, ter um final super inesperado e tal. E é verdade, se tivessem me contado os detalhes desse livro, ele ia perder totalmente a graça, mas não por ter mistério, e sim pelo jeito que ele é contado (pelas duas mulheres, Sarah, inglesa, e Pequena Abelha, nigeriana). É como se você estivesse ouvindo a história em primeira mão, direto da boca das personagens.

Sabe aqueles livros que você tem vontade de ler com um marca-texto do lado pra ir grifando as frases mais lindas que aparecem? Esse é assim. O autor usa várias metáforas, simbolismos, e isso deixa a história ainda mais bonita.

Sei que dá raiva ler uma resenha que não conta quase nada sobre a história do livro, mas esse tem que ser assim. Só digo uma coisa: vale muuuuito a pena!

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

 
Fonte: Luv Luv Luv

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Estréia das séries nos EUA

Oi, meu nome é Juliana e eu sou viciada em séries.
Quem me conhece um pouquinho sabe que já tô surtada desde dezembro porque as minhas queridas séries deram aquela pausinha torturante básica de final de ano. Seguem as datas de retorno das minhas preferidas (quem quiser saber das outras, clica aqui!):

6 de janeiroGrey's Anatomy e CSI - Crime Scene Investigation

10 de janeiro - Lie To Me

17 de janeiro - House

20 de janeiro - Bones

21 de janeiro - Fringe

20 de fevereiro - The Event

JUNHO/JULHO - Dexter e BREAKING BAD (Como assim? COMO ASSIM???! Com aquele final de temporada?! Querem que eu coma todas as unhas?!)

Haja DVD virgem...

Fonte: Minha Série

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Eu gostava de papo furado


Há não muito tempo atrás, eu era a campeã do social. Passava noites em claro no MSN batendo papo inútil, do tipo "o que vc tá fazendo?", "nossa, vc viu BBB ontem?", "e o churrasco de semana q vem, vc sabe quem vai?" e dando mil chamadinhas de atenção quando a pessoa do outro lado demorava muito pra responder (até hoje tenho ódio mortal daquele negócio que treme a tela). Na faculdade, então, ficava horas e horas depois de acabada minha última aula pasmando e falando bobagem, muitas vezes com pessoas que nem eram tão amigos assim. Só conversinha fiada.

Percebi esses dias que não sou mais assim quando uma colega me falou "eu gosto de você porque você não é de papinho. Você vem, faz seu trabalho e pronto. É simpática, mas não fica fazendo fofoca, falando coisa inútil".

Realmente, hoje em dia eu prefiro almoçar sozinha do que ficar fazendo conversa com pessoas quase que desconhecidas. Prefiro ficar no meu canto lendo um livro do que no MSN inventando assunto pra falar com as pessoas (aliás, meu MSN tá totalmente cheio de teias de aranha). Ver um filminho na minha cama, ficar num cantinho com meu laptop vendo meus blogs sossegada do que ficar fazendo social. Na academia, ponho meu fone no ouvido e me faço de surda.

E, principalmente, não tenho paciência com quem é assim com todo mundo que vê na frente. Corto o assunto rapidinho.

A não ser que seja com pessoas que eu realmente gosto, que são amigos de verdade. Aí, sim, pode ter quanto papo furado rolar. Mas ficar dando sorrisinho e puxando assunto com qualquer um que entra no elevador? Tô sussa. Prefiro ficar comigo mesma.

Acho que tô ficando velha. E intolerante.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

E tantas outras coisas

(texto de Patricia Antoniete retirado daqui e achado no Luv Luv Luv)

A gente ama alguém por todos os motivos, certos e errados. Ama porque não tem escolha, porque é assim, porque não tem outro jeito, querendo ou não. A gente ama quando ama, não quando decide, não quando quer, quando deseja amar, quando convém, quando faz sentido, quando é o melhor, quando é o mais indicado, o correto.

A gente ama e nem sabe, ama e vai amando nas coisas que a gente não esperava que fossem dignas de amor, que a gente nunca pensou que na sua ordinariedade e insignificância trouxessem a nós essa coisa rara e única e frágil e arrebatadora e comovente e absoluta.
Sua escova de dentes com pasta esperando sobre a pia. O travesseiro cuidadosamente posto para não deixar um lugar vazio no seu sono. Um bolinar explícito quase imperceptível para a multidão ao redor. A fragilidade estampada no rosto marcado por dias de cansaço. O móvel no lugar que você sugeriu. O brinco que você mesma não sabia que ficaria perfeito. A ligação às 2:30 da madrugada que lhe salva do choro convulso. Um porco com asas. Samba e amor até mais tarde e muito sono de manhã. Um olhar que te acha no meio do mundo. Seu nome no meio de um gemido. A voz que embarga de saudades. A mão que não cansa de te fazer carinho. As pequenas cumplicidades que criptografam o mundo. 

E quando a gente vê, ama e ama e ama. E ama muito, e ama tanto, e a vida já não é só, e a vida é uma outra, cheia de coisas sem as quais você jamais poderia voltar a ser feliz.

Luv u pra xuxu =)

"Hoje é um novo dia..." AAAARGH!

Mas que beleza, Xuliana, começando o blog E o ano já nesse mau humor?!

OK, Ok, confesso: a noite de Ano Novo passou, pulei minhas 7 ondinhas, fiz vários pedidos enquanto via os fogos, e coisa e tal. Mas impossível começar o ano sem mau humor, nessa segunda-feira cinza e cheia de coisas por fazer na minha To Do List copiada sem vergonha nenhuma da agenda do ano passado.

Espero que ao fim dessa semana desse mês já tenha riscado tudo e venha aquela sensação de aaaaahlívio.

Não posso reclamar nem 30 segundos do meu Ano Novo, foi perfeito, mesmo com todas as doidices que ocorreram no pré-e-durante viagem. Namorado teve que ir e voltar, mas por uma boa causa, e acabou dando tudo certo e passamos a queima de fogos do jeito que eu gosto: juntos, de pé na areia e comemorando mais um aninho de namoro! (amor, te amo! =D).

Hoje já voltei à camelagem nossa de todo dia, munida de 15 quilos de paciência, que tem que durar até o próximo feriado, vamulá! Aliás, já viram no calendário? Estamos todos f*didos de feriados esse ano, pouquíssimas emendas... Massss paciência!

Pessoas, acho que já deu pra sentir como vai ser o clima do blog, né? Juro que não sou sempre assim, mas tenho meus dias de sweet e meus dias de sour masterblasterhorrores, mas estou começando esse blog novo justamente pra ser uma válvula de escape pra esses dias de mega mau humor: quem sabe consigo aliviar meus desejos homicidas de TPM e, de quebra, fazer alguém rir? =)

Espero que gostem e comentem!


quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

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Postado por Xu às 06:35 2 comentários
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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Girlie Rock - KT Tunstall

Postado por Xu às 16:14 1 comentários

Sempre gostei muito de música, mas nunca soube explicar o que me faz gostar de uma específica. No filme Laurel Canyon, a personagem de Frances McDormand fala que qualquer pessoa com bons instintos sabe o que a atrai e o que a repele, e é assim com a música: qualquer pessoa pode julgar se a música é boa ou não pra si mesmo.

Comigo é assim. Não vou dizer que tenho sertanejo, pagodão e tecnobrega no meu iPod, eca, mas admito que já fui atraída por Marjorie Estiano, Taylor Swift e coisinhas babacas do tipo. A maioria, sim, é o bom e velho rock, principalmente o velho mesmo: ADORO rock clássico, Led Zeppelin, Deep Purple, e flashback de todos os tipos, de A-Ha a Men At Work, passando por Grease e Madonna nos seus tempos de sutiã-de-casquinha-de-sorvete.

Mas se tem uma coisa que eu ando simplesmente viciada é esse gênero entitulado por mim de girlie rock: um rock delicioso de se ouvir a qualquer momento, sempre com mulherers no vocal, algumas vezes mais melancólico, outras tão gostosinho de ouvir que parece uma música infantil. Nos últimos tempos tem aparecido várias cantoras desse tipo, cada uma com sua característica própria que faz a gente identificar logo no começo da música quem está cantando.

Porisso, resolvi fazer esse post imenso essa série de posts, senão vocês dormem no meio, com as minhas  preferidas... Não vou falar por ordem de preferência, tá? Só essa primeira que, pra mim, é hors concours...: 

KT Tunstall 

Depois de ser apresentada às outras músicas da KT pela querida fumiga amiga Fabi, viciei e fui procurar todas as músicas que conseguisse achar pela internet. Escocesa, ela já tocou em algumas bandas indie, e depois que começou solo já ganhou um BRIT Award e foi indicada pro Grammy. É dela a musiquinha do começo de O Diabo Veste Prada, Suddenly I See (que, btw, gruda que nem chiclete na cabeça). O som dela varia, em algumas músicas puxa mais pro folk, outras são mais pop. Ela já lançou 4 CDs: Acoustic Extravaganza, Drastic Fantastic, Eye To The Telescope, e o último, Tiger Suit. Todos são daqueles CDs que você consegue ouvir fácil do começo ao fim sem pular nenhuma música. É apaixonante. E, sim, eu ainda tenho vontade de dar com a cabeça na parede quando lembro que não fui no show que ela fez em SP em 2008! Ódio.

As minhas preferidas: Ashes, Little Favours, Hold On, Black Horse & The Cherry Tree. Difícil falar um CD preferido, mas tô adorando o último, Tiger Suit. É um pouquinho diferente do som dos outros CDs, (na Wikipedia fala que ela descobriu "um novo tipo de som" quando estava gravando o álbum, que ela chamou de nature techno (?), e mistura instrumentação orgânica com texturas eletrônicas e dance. Bom, whatever, ficou muito bom). As baladas são simplesmente lindas e as rapidinhas, contagiantes. 

As minhas mais mais de Tiger Suit: Different, The Entertainer, Fade Like a Shadow e The Uummannaq Song.


Fontes: Wikipedia

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Confie em Mim, de Harlan Coben

Postado por Xu às 06:52 2 comentários
Preocupados com o comportamento cada vez mais distante de seu filho Adam - principalmente depois do suicídio de seu melhor amigo, Spencer Hill -, o Dr. Mike Baye e sua esposa, Tia, decidem instalar um programa de monitoração no computador do garoto. Os primeiros relatórios não revelam nada importante. Porém, quando eles já começavam a se sentir mais tranqüilos, uma estranha mensagem muda completamente o rumo dos acontecimentos: "Fica de bico calado que a gente se safa." 
(mais da sinopse aqui)

Editora: Sextante
ISBN: 9788599296462
Número de páginas: 320


Já tinha lido dois livros do Harlan Cobe, Desaparecido Para Sempre e Não Conte a Ninguém, e gostado muito. Nos EUA ele já tem mais de 10 livros publicados, mas por aqui a coisa tá mais defasada...
Confie em Mim conta a história de uma família a partir do momento em que os pais, Mike e Tia, resolvem instalar um programa de monitoração no computador do filho mais velho, Adam, que desde o suicídio do melhor amigo, Spencer, tem ficado muito estranho. Ao mesmo tempo que essa história central se desenrola, outras coisas estão acontecendo com as outras famílias da vizinhança: uma menina é humilhada pelo seu professor em plena sala de aula, uma mãe precisa resolver se revela à família um segredo terrível em prol da recuperação do filho, que sofre de uma doença renal... E duas mulheres são sequestradas e assassinadas.
Todas as histórias acabam se conectando durante o livro, e é isso que faz da narrativa tão boa: quando o autor está quase dando uma informação super importante, ele pára e muda o foco pra outro personagem. O típico livro que você começa a ler e não consegue mais parar até acabar (eu li em uns 3 dias).

Enfim, recomendo! Esse e os outros dois que falei lá em cima. Já tô com outro do Harlan Coben em casa, Silêncio na Floresta (inclusive acabei de ver na internet que o promotor de justiça de Confie em Mim, o Cope, é o personagem principal desse!). Quando acabar, falo pra vocês o que achei!
 

Uma noite bem dormida

Postado por Xu às 02:59 0 comentários

Odeio acordar cedo. Sempre fico apertando o botão de soneca do celular até o último minuto (e na maioria das vezes, passando do último minuto e chegando atrasada). Pior ainda quando acabei de trocar meus pesos na academia e acordo com aquela dorrrrrr que parece que tomei uma surra de taco de beisebol. A coisa piorou um pouco desde que comecei a trabalhar em outra cidade e tenho que acordar 5 da manhã pra chegar lá às 7. Trevas total. Tem vezes que, de tanto sono, preciso estacionar num posto e cochilar uns 10 minutos pra não dormir no volante.

Com essa coisa de ter que acordar com as galinhas, tenho dormido umas 5 horas por noite, pouco pra que era acostumada a dormir pelo menos 8. Mas ficava pensando por que, em alguns dias, dormia a mesma quantidade de horas (às vezes até menos) e acordava bem, sussa, sem um pingo de sono, e outras conseguia até dormir mais cedo, mas acordava destruída.

E, anteontem, acho que descobri. Dormi super pouco, mas minha noite foi tão, mas tão gostosa (podem parar de pensar pornografias) que acho que podia ter dormido meia hora que ia acordar feliz e quase sem sono. Não teve nada de especial, mas só de não ter que lidar com mau humor alheio, ficar com aquela preocupação constante em cima da cabeça que nem uma nuvenzinha de desenho da Mônica e dar umas risadas de coisas normalmente tão banais me deixou tão leve que dormi horrores.

Acho que toda essa coisa de stress que sempre ouvi falar só chegou a fazer parte da minha vida no último ano. Sabe aquela coisa de ter taquicardia por saber que tem alguma coisa muito importante chegando e você não consegue parar de pensar, nem um minuto?! Isso foi meu ano de 2010. Tensão constante. Pensando  (e se preocupando) como seria daqui 6 meses, 1 ano, 10, 15.

Mas agora simplesmente passou. Passou. Tudo se resolveu, finalmente. Lógico que sempre tem uma ou outra coisinha que preocupa, mas nada que se compare. E é tão bom ver ele feliz, despreocupado, sem neuras, que nem sinto mais o tempo passar, durmo tranquila a noite toda, acordo mais disposta e, de repente, já é sexta e eu posso dormir até meio-dia feliz, do lado do meu xuxu. =)

É tão bom ver quem a gente ama feliz. Né?

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Pequena Abelha, de Chris Cleave

Postado por Xu às 03:22 0 comentários
Não queremos lhe contar O QUE ACONTECE nesse livro. É realmente uma HISTÓRIA ESPECIAL, e não queremos estragá-la. AINDA ASSIM, você precisa saber algo para se interessar, por isso vamos dizer apenas o seguinte:
Essa é a história de duas mulheres cujas vidas se chocam num dia fatídico. Então, uma delas precisa tomar uma decisão terrível, daquelas que, esperamos, você nunca tenha de enfrentar. Dois anos mais tarde, elas se reencontram. E tudo começa...
Depois de ler esse livro, você vai querer comentá-lo com seus amigos. Quando o fizer, por favor, não lhes diga o que acontece. O encanto está sobretudo na maneira como essa narrativa se desenrola.
ISBN: 9788598078939
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 272



Quando vi essa descrição, achei que nossa, o livro devia ter altas reviravoltas, ter um final super inesperado e tal. E é verdade, se tivessem me contado os detalhes desse livro, ele ia perder totalmente a graça, mas não por ter mistério, e sim pelo jeito que ele é contado (pelas duas mulheres, Sarah, inglesa, e Pequena Abelha, nigeriana). É como se você estivesse ouvindo a história em primeira mão, direto da boca das personagens.

Sabe aqueles livros que você tem vontade de ler com um marca-texto do lado pra ir grifando as frases mais lindas que aparecem? Esse é assim. O autor usa várias metáforas, simbolismos, e isso deixa a história ainda mais bonita.

Sei que dá raiva ler uma resenha que não conta quase nada sobre a história do livro, mas esse tem que ser assim. Só digo uma coisa: vale muuuuito a pena!

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Postado por Xu às 15:51 0 comentários
 
Fonte: Luv Luv Luv

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Estréia das séries nos EUA

Postado por Xu às 03:13 0 comentários
Oi, meu nome é Juliana e eu sou viciada em séries.
Quem me conhece um pouquinho sabe que já tô surtada desde dezembro porque as minhas queridas séries deram aquela pausinha torturante básica de final de ano. Seguem as datas de retorno das minhas preferidas (quem quiser saber das outras, clica aqui!):

6 de janeiroGrey's Anatomy e CSI - Crime Scene Investigation

10 de janeiro - Lie To Me

17 de janeiro - House

20 de janeiro - Bones

21 de janeiro - Fringe

20 de fevereiro - The Event

JUNHO/JULHO - Dexter e BREAKING BAD (Como assim? COMO ASSIM???! Com aquele final de temporada?! Querem que eu coma todas as unhas?!)

Haja DVD virgem...

Fonte: Minha Série

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Eu gostava de papo furado

Postado por Xu às 06:57 1 comentários

Há não muito tempo atrás, eu era a campeã do social. Passava noites em claro no MSN batendo papo inútil, do tipo "o que vc tá fazendo?", "nossa, vc viu BBB ontem?", "e o churrasco de semana q vem, vc sabe quem vai?" e dando mil chamadinhas de atenção quando a pessoa do outro lado demorava muito pra responder (até hoje tenho ódio mortal daquele negócio que treme a tela). Na faculdade, então, ficava horas e horas depois de acabada minha última aula pasmando e falando bobagem, muitas vezes com pessoas que nem eram tão amigos assim. Só conversinha fiada.

Percebi esses dias que não sou mais assim quando uma colega me falou "eu gosto de você porque você não é de papinho. Você vem, faz seu trabalho e pronto. É simpática, mas não fica fazendo fofoca, falando coisa inútil".

Realmente, hoje em dia eu prefiro almoçar sozinha do que ficar fazendo conversa com pessoas quase que desconhecidas. Prefiro ficar no meu canto lendo um livro do que no MSN inventando assunto pra falar com as pessoas (aliás, meu MSN tá totalmente cheio de teias de aranha). Ver um filminho na minha cama, ficar num cantinho com meu laptop vendo meus blogs sossegada do que ficar fazendo social. Na academia, ponho meu fone no ouvido e me faço de surda.

E, principalmente, não tenho paciência com quem é assim com todo mundo que vê na frente. Corto o assunto rapidinho.

A não ser que seja com pessoas que eu realmente gosto, que são amigos de verdade. Aí, sim, pode ter quanto papo furado rolar. Mas ficar dando sorrisinho e puxando assunto com qualquer um que entra no elevador? Tô sussa. Prefiro ficar comigo mesma.

Acho que tô ficando velha. E intolerante.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

E tantas outras coisas

Postado por Xu às 16:21 0 comentários
(texto de Patricia Antoniete retirado daqui e achado no Luv Luv Luv)

A gente ama alguém por todos os motivos, certos e errados. Ama porque não tem escolha, porque é assim, porque não tem outro jeito, querendo ou não. A gente ama quando ama, não quando decide, não quando quer, quando deseja amar, quando convém, quando faz sentido, quando é o melhor, quando é o mais indicado, o correto.

A gente ama e nem sabe, ama e vai amando nas coisas que a gente não esperava que fossem dignas de amor, que a gente nunca pensou que na sua ordinariedade e insignificância trouxessem a nós essa coisa rara e única e frágil e arrebatadora e comovente e absoluta.
Sua escova de dentes com pasta esperando sobre a pia. O travesseiro cuidadosamente posto para não deixar um lugar vazio no seu sono. Um bolinar explícito quase imperceptível para a multidão ao redor. A fragilidade estampada no rosto marcado por dias de cansaço. O móvel no lugar que você sugeriu. O brinco que você mesma não sabia que ficaria perfeito. A ligação às 2:30 da madrugada que lhe salva do choro convulso. Um porco com asas. Samba e amor até mais tarde e muito sono de manhã. Um olhar que te acha no meio do mundo. Seu nome no meio de um gemido. A voz que embarga de saudades. A mão que não cansa de te fazer carinho. As pequenas cumplicidades que criptografam o mundo. 

E quando a gente vê, ama e ama e ama. E ama muito, e ama tanto, e a vida já não é só, e a vida é uma outra, cheia de coisas sem as quais você jamais poderia voltar a ser feliz.

Luv u pra xuxu =)

"Hoje é um novo dia..." AAAARGH!

Postado por Xu às 03:36 0 comentários
Mas que beleza, Xuliana, começando o blog E o ano já nesse mau humor?!

OK, Ok, confesso: a noite de Ano Novo passou, pulei minhas 7 ondinhas, fiz vários pedidos enquanto via os fogos, e coisa e tal. Mas impossível começar o ano sem mau humor, nessa segunda-feira cinza e cheia de coisas por fazer na minha To Do List copiada sem vergonha nenhuma da agenda do ano passado.

Espero que ao fim dessa semana desse mês já tenha riscado tudo e venha aquela sensação de aaaaahlívio.

Não posso reclamar nem 30 segundos do meu Ano Novo, foi perfeito, mesmo com todas as doidices que ocorreram no pré-e-durante viagem. Namorado teve que ir e voltar, mas por uma boa causa, e acabou dando tudo certo e passamos a queima de fogos do jeito que eu gosto: juntos, de pé na areia e comemorando mais um aninho de namoro! (amor, te amo! =D).

Hoje já voltei à camelagem nossa de todo dia, munida de 15 quilos de paciência, que tem que durar até o próximo feriado, vamulá! Aliás, já viram no calendário? Estamos todos f*didos de feriados esse ano, pouquíssimas emendas... Massss paciência!

Pessoas, acho que já deu pra sentir como vai ser o clima do blog, né? Juro que não sou sempre assim, mas tenho meus dias de sweet e meus dias de sour masterblasterhorrores, mas estou começando esse blog novo justamente pra ser uma válvula de escape pra esses dias de mega mau humor: quem sabe consigo aliviar meus desejos homicidas de TPM e, de quebra, fazer alguém rir? =)

Espero que gostem e comentem!